
Há uma mudança clara entre a web 1.0 e sua sucessora, a web 2.0. A Web 2.0 chegou para democratizar ainda mais a informação e convidar o 'cidadão comum' a participar da criação do processo de geração do conhecimento junto a especialistas. Foi uma mudança de paradigma na internet em todo o mundo, que envolveu mudanças estruturais, sociológicas e mudanças tecnológicas.
Enquanto a Web 1.0, modelo inicial da internet, tinha uma interatividade restrita, a web 2.0 chega para sociabilizar a informação e seus produtores/leitores e se mostra como uma plataforma que reúne vários meios de interatividade e produtores de informação.A mudança de conceito que se dá de uma para outra é que a primeira era feita por alguns entendidos pelo assunto (e curiosos) que elaboravam conteúdo para tantos outros que - em uma posição estanque - só tinham a opção de receber determinada informação daqueles sites produzidos. Isso colocava o 'cidadão comum' em uma posição somente de receptor da informação e pouco participativo na criação dessa rede cognitiva.
A internet 1.0 tem a sua importância ao levar e distribuir a informação para qualquer canto do mundo. Mas não havia a construção de conhecimento e sim a divulgação do conhecimento do autor. Era um processo unidirecional.Isso não se repete na segunda versão, a web 2.0. O produtor do conteúdo se mistura com o receptor, pois o receptor pode interagir e compartilhar informações com o conteúdo apresentado. Esse compartilhamento de informações - que cresce quanto mais informações são trocadas e postas no ambiente virtual - gera uma verdadeira rede de relacionamentos sociais, uma das principais características da Web 2.0.
Enquanto a Web 1.0, modelo inicial da internet, tinha uma interatividade restrita, a web 2.0 chega para sociabilizar a informação e seus produtores/leitores e se mostra como uma plataforma que reúne vários meios de interatividade e produtores de informação.A mudança de conceito que se dá de uma para outra é que a primeira era feita por alguns entendidos pelo assunto (e curiosos) que elaboravam conteúdo para tantos outros que - em uma posição estanque - só tinham a opção de receber determinada informação daqueles sites produzidos. Isso colocava o 'cidadão comum' em uma posição somente de receptor da informação e pouco participativo na criação dessa rede cognitiva.
A internet 1.0 tem a sua importância ao levar e distribuir a informação para qualquer canto do mundo. Mas não havia a construção de conhecimento e sim a divulgação do conhecimento do autor. Era um processo unidirecional.Isso não se repete na segunda versão, a web 2.0. O produtor do conteúdo se mistura com o receptor, pois o receptor pode interagir e compartilhar informações com o conteúdo apresentado. Esse compartilhamento de informações - que cresce quanto mais informações são trocadas e postas no ambiente virtual - gera uma verdadeira rede de relacionamentos sociais, uma das principais características da Web 2.0.
O conteúdo - que passa a ser bastante valorizado nesta relação - passa a não ter um dono. Essa interação é primordial na construção desse novo ambiente: a pluralidade e riqueza de pontos de vista sobre um determinado tema. Além disso, o que muda também é o formato. O que antes era produzido e exibido basicamente em forma de texto e foto, agora, com a melhoria da velocidade da internet e das ferramentas disponíveis, passa a ser feito por inúmeras formas de informar: vídeos, cruzamento de imagens, cruzamento de informações, utilização de voz (podcasts), mapas, áudios, etc. Até mesmo a interpretação de padrões de utilização da internet pelos internautas passa a representar informação relevante neste processo todo de formação do conhecimento. É o chamado 'mashup': cruzamento de infomações ou combinações superpostas de informações disponíveis/disponibilizadas na rede mundial.
O cruzamento de informações, por vezes simples, é capaz de gerar informação valiosa para as empresas e toda a rede de relacionamento. Informação essa que fica disponível a todos que quiserem usar. Outra evolução constatada é que, a partir da web 2.0, os conteúdos passam a ser indexados pelo chamado 'folksonomia', ou seja, conforme a prática e interesse dos usuários, uma forma parecida ao funcionamento do cérebro. Antes disso, as informações na web seguiam a indexação científica, a taxionomia, com a hierarquização de categorias e subcategorias.
3 comentários:
Oi Marcel,
O teu texto está perfeito. Você domina o tema. O problema que vejo está na formatação que você deu a ele no blog. Visualmente ficou um tijolo, compacto. Você poderia melhorar o visual criando parágrafos, separados por espaço duplo.
Como estamos publicando na Web e este texto seu será indexado pelo crawler do Google e portanto diponivel para leitura na rede. POr isto temos que ter sempre uma preocupação minima como a apresentação para que os leitores se interessem pela leitura. Mas o teu texto, que no momento é o mais importante, está ótimo.
Castilho
Gostei do teu texto Marcel... ficou bem legal.
Olá Marcel,
Finalmente tive tempo de vir dar uma espiada no seu blog. Seu texto ficou muito bom. Parabéns.
Até mais.
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